" E é amar-te, assim, perdidamente… e é seres alma, e sangue, e vida em mim. Onde estiveres eu estarei lá sempre a teu lado, do lado de cá.Nunca te esqueças em noites sozinha que ao frio te aqueças na saudade minha. Se o frio vier à sombra do Sol haja o que houver serei teu farol. Dá-me a tua mão nesta sina final seja sim, seja não, serei teu incondicional. És todo o tempo que me resta a liberdade, és a minha luta que so fala com verdade, és o fim do mundo. Vou alimentar a tua sede de querer, vou assim cantar a tua fome de prazer.Vou tocar lá no teu fundo, vou fechar o punho e pôr o sangue a ferver, vou cerrar os dentes e morder o teu saber. Vou ao fim do mundo vou gritar la no teu fundo.Sou teu, sou assim so para quem dá. "
«Às vezes no silêncio da noiteeu fico imaginando nós dois,eu fico ali sonhando acordado, juntandoo antes o agora e o depois. Eu tenho meus desejos e planos secretossó abro pra você mais ninguém. Quando a gente gostaé claro que a gente cuida. Fala que me ama»
« És tu que me fazes pensar que o que esta mal pode se mudar, és tu. És tu que me leva a sonhar, és tu. Tu fazes parte do meu bem estar e vou estar contigo custe o que custar. É contigo que eu quero ficar. Sabes bem que te quero que é por ti que eu espero. Não, eu nunca te vou deixar! »
«Amigos como sempre dúvidas daqui pra frente sobre os seus propósitos é difícil não questionar.Canto do telhado para toda a gente ouvir, os gatos dos vizinhos gostam de assistir.Enquanto a musica não me acalmar não vou descer, não vou enfrentar o meu vício de ti não vai passar e não percebo porque não esmorece ao que parece o meu corpo não se esquece. Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti! Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes sem receios atrai-te as minhas fontes por inspiração passamos onde mais ninguém passou ali algures algo entre nós se revelou. E não percebo porque não esmorece ou será melhor deixar andar?Eu canto a sós pra cidade ouvir e entre nós há promessas por cumprir mas sei que nada vai mudaro meu vício de ti não vai passar.»
The first time we ever got a chance to be alone we knew that it was wrong to do I guess that’s why I was drawn to you. The 2nd time leads to the 3rd, the 4th, the 7th time. I feel so alive! Pleading joy and fading ecstasy, here it goes again. Sneaking fruit from the forbidden tree, 2weet taste of sin. You said you knew me well and I had a familiar smell, you asked me how am I ever going to put my trust in you like you want me to, cause I know what you’re prone to do. But you know me because you’re doing it too. Damn I love you but this is crazy. I have to fight you almost daily We break up so fast and we, we make up so passionately. Why can’t we just trust each other? You can hate me and be my lover. Each time you call me home in a sweet refrain saying things will change, you’ll take away the pain. Then we flashback to the first time you put your spell on me. You envelope me, you feel good as hell to me. Oh leaving you is oh so hard to do!
«What am I to do? How am I to know? Who you are? When this love Fool-osophy is killing previous illusions that I had in my mind about you. Seems so true, all the lies you're telling tragically compelling. So maybe I'm still a love fool. I don't want the world I want you, you're my love foolosophy. Don't you see it's killing me?»
" Diz-lhe que chega de ouvir as frases habituais. Chamou-me a maior paixao da vida, coisas banais. Maior ou nao, pouco importa ser a unica isso sim. Diz-lhe que nao me enganou, enganou-se ele por mim. Diz-lhe que nao, esta na hora de acabar mas por favor nao lhe digas que ainda me viste chorar. Por vezes é mesmo assim nao ha outra solucao. Dói muito dizer que sim, dói menos dizer que nao. Diz-lhe que nao, diz-lhe que tudo acabou que é sempre mais feliz aquele que mais amou. Chega de juras de amor, promessas de amor eterno para algum tempo depois voltarmos ao mesmo inferno"
"I know you're feeling bitter What i said last i didn't mean And now that i'm a little better This is what i meant to say Babe i already miss you Sweetheart i already miss you And you only just walked out the door You know i hate talking on telephones I'm so sorry its just my way And now that i'm a little older There's so much to you i'd like to say Babe i already miss you Sweetheart i already miss you Sweeteyes i already miss you And you only just walked out the door"
"Em 2010 tem que lutar sempre pelo que mais deseja e enfrentar os obstáculos com força, terá a recompensa, pois tudo o que quiser poderá acontecer, principalmente no amor. Se já tiver algum, confie mais no que sente. Se estiver só, será um ano de conquistas amorosas. No trabalho, poderá ganhar uma promoção."
HAPPY NEW YEAR!
a todos: Catarina;Jota;Sara;Vera;Maria;Ricardo;Mariana(s)
Não somos irmãs nem muito menos temos feitios iguais,porémsomos como unha com carne. Somos diferentes mas iguais no ponto em que nunca desistimos uma da outra Nunca quisemos saber qual de nós a melhor nisto ou naquilo, ignoramos todos os pontos fracos tentando fazer o melhor um pela outra. Gosto de ser homem enquanto fingimos casamento, gostas de ser o professor shibanga e eu o professor bambo, gostas de me ligar e não te calares a dizer "eu amo você". Adoras não me deixar dormir enquanto fico super irritada, adoras oferecer flores e chocolates à minha mãe, adoro chamar-te timon. Em suma: adoro tudo o que faça parte de nós. És das melhores coisas que existe para mim e sei que esta amizade, de longa da data, não conhecerá um fim.
A ti; que me viste crescer, que acompanhaste todos os momentos até agora; sou obrigada a despedir-me. A tentar ser forte para aquele que também chora a tua perda. Tentamos, a todo o custo pensar que estás melhor onde quer que estejas. Mas a mim, que nunca estive neste aperto, é completamente impossível imaginar que não estarás aqui nunca mais. Eu sei que estou a ser egoísta ao ponto de não te querer deixar ir, não sei de metade do teu sofrimento mas vem aqui por uma última vez, deixa-me pensar que não vais embora.
Fica em mim que hoje o tempo dói, hoje tudo dói, hoje a dor instalou-se de malas e bagagens. Hoje, os lenços limpam a tristeza que me escorre de dentro. Hoje, deixaste-me aqui. Sem um último abraço, sem uma última recomendação, sem uma última presença. Hoje, estás em paz.
E eu vou guardar cada lugar teu, à fotografia que me agarro e às lembranças que passam a toda hora. Vou relembrar-me das minhas fotografias em pequena contigo ao meu lado, como sempre. Vamo-nos lembrar dos almoços de família em que nos deliciavas com os teus doces. Das visitas regulares ao teu cantinho onde me mostravas as tuas mais preciosas recordações.
Peço-te desculpa por ter-me recusado a prestar-te uma final homenagem mas acho que isso, te irei fazer todos os dias.
Sei que estás aí – seja onde for – a olhar por mim, a proteger-me como se ainda cá estivesses e o mínimo que te posso fazer é dizer-te que és a melhor pessoa do mundo e que nunca te irei esquecer, nunca Avó.
Tu, melhor que ninguém, conheces todos os lados de mim. Do lado apaixonado até ao irritante e mimado. Sabes também que sou demasiado exagerada e que levo as coisas muito a peito. Sabes ainda que foste o meu primeiro amor a sério e que já dura há demasiado tempo. Se queres saber já não me custa tanto dizer assim de uma forma descontraída sem me preocupar no que irás pensar, afinal não irias opinar acerca de nada. Há coisas quem têm o seu tempo, depois de este passar torna-se cansativo e tu, de uma maneira, passaste do prazo de validade. É caso para dizer que o teu tempo expirou. O teu aroma a morango perdeu-se assim como o teu titulo "longa vida". Agora só o teu cheiro a estragado é notável, e eu, só reparo em ti quando abro o frigorífico.
"Todo o amor deste mundo perdido num segundo, todo o riso transformado num olhar apagado, toda a fúria de viver afastada do meu ser até que um dia acordei e vi que estava a perder. Toda a força que cresceu na vida que deus me deu. Uma vontade de gritar bem alto: o meu amor morreu. Todo o mundo há-de ouvir, todo o mundo há-de sentir tenho a força de mil homens para o que há de vir
Penso em ti até que bate duro no meu crânio. Toda a dor, toda a raiva, todo o ciúme, toda a luta, toda a mágoa e pesar, toda a lágrima enxuta. Alieno como posso não posso encher a cabeça, não há dinheiro nem vontade ou amor que o mereça. Não vou pensar de novo, vou-me pôr novo neste dia novo estreio um coração novo.
Acredita que custou mas finalmente passou e no final do dia foi só isto que restou.
Vai haver um outro alguém que me ame e trate bem, vai haver um outro alguém que me ouça também, vai haver um outro alguém que faça valer a pena, vai haver um outro alguém que me cante este poema."
Cheguei à conclusão que fomos habituados a isto. A este ciclo vicioso em que um de nós parte mas por uma razão qualquer volta. Sempre foi assim, dávamos o braço a torcer e cedíamos sem questionarmos as razões pela qual tinhamos partido. De todas as vezes voltamos, lamentamos e continuamos com o que tinhamos criado. Pensa e chega à conclusão que, desta vez, estou certa. Temos que mudar, não vou dizer que não sinto a tua falta - se há coisa que me tem atormentado é o facto de não estares aqui -, porém continuo a dizer que temos de mudar. Quebrar com o ciclo vicioso e virar a página. Também não te vou mentir gostava que voltasses todavia foste unicamente tu que partiste.
Por vezes temos de abdicar do que mais queremos mesmo que isso custe, o melhor é encostar e ganhar um pouco de pó. E eu estou disposta a abdicar de ti, coisa que realmente nunca fui capaz de fazer. Sei que apesar de o dizer vou continuar a pensar em ti de uma forma ou de outra, já me conheces demasiado bem. E esta noite prometo-te que não vou ceder, nem voltar ao nosso constante ciclo vicioso.
"reatamos não porque queremos voltar mas sim porque só conhecemos isto e não nos desamarramos" (private pratice)
"Vem fazer de conta" e acredita em mim, a vida deve ser levada com olhar de puto. Dá-me tempo para que te mostre quem sou. Temos empatia, quem sabe se um dia a nossa simetria não acaba em sinfonia. Sempre gostaste de brincar em perigosos terrenos em relação a isso eu não sei o que fazer. Sei que é cena fora mas todo o dia chega a hora em que o lado esquerdo chora quando se lembra de nós. Pode ser que o passado fique por onde deve estar: o pretérito imperfeito, já que não é mais-que-perfeito este é um presente que eu aceito. A verdade é que a saudade do que passou não é mais que muita e já que falo por eufemismos gostava de dizer que ainda gosto bastante de ti..."
Lamento ainda sentir o mesmo, lamento ter-me deixado ir. Eu deixei-te ir com o pó que a tua fotografia ganhou. Deixei-te ir no meu tempo ilimitado a que pertencerás sempre. E eu choro a tua perda porque era suposto hoje especialmente hoje, estares ao meu lado - aliás, não só hoje. Digo-te mais uma vez que era suposto teres ficado comigo mais tempo. Era suposto ainda partilhar memórias. Era suposto comemorarmos os nossos dias, juntos. Hoje que tinha guardado memorias para te lembrar, hoje que tinha algo guardado a pensar em ti, hoje o nosso dia quatro passou a ser um vulgar e banal. Devia ter sido o teu cabelo que acariciei. Deviam ter sido as tuas mãos que aqueci. Deviam ter sido os teus olhos a que eu olhei e me perdi. Devias ter sido tu a pedires-me para não te deixar. Devias ter sido tu a abrigar-me da chuva. Devias ter sido tu a abraçares-me. Devia ser eu o teu primeiro e último pensamento do dia. Eu, eu acreditei em cada letra das palavras que murmuravas. A mim parece-me que todas as tuas previsões saíram ao lado. Que quando dizias "para sempre" esse tempo era demarcado não por mim mas sim por ti. Afinal as nossas noções de eternidade são bem distintas. Não sei se foi por mim que partiste, se foi por ti que me deixaste. Não quero estar presa a ti, não quero esperar nem mais um ano, nem mais uma semana por ti mas na verdade eu lembro-me todos os dias que te amo. Poderei correr mundos e fundos mas a tua marca permanecerá junto do que guardo teu. Talvez aposte que em certas alturas te lembras não só de mim como de nós. Ainda olhas para o bilhete do Porto e consegues recordar-te dessa noite. Guardo o que deixaste e o que não deixaste. Sobretudo, guardo-te a ti entre todos os outros que passaram. Guardo-te, não em embrulhos, porque há noite dá-me uma enorme vontade de olhar para ti talvez para matar este bichinho a que eu chamo saudade. A saudade que conheces melhor que ninguém mas que não matas. A saudade que me causaste e que persiste em fazer. As saudades que tenho tuas. As saudades que teimam em dominar-me todos os dias, mal me deite e mal acorde. As saudades que vou mantendo, as que talvez também tenhas. Deixa-me contar-te baixinho as vezes que já sonhei contigo. Deixa-me dizer-te quantas vezes as lágrimas não se controlaram. Deixa-me fechar os olhos e pensar que permaneces aqui. Deixa-me acordar e contar as horas para estar contigo. Deixa-me dizer-te que foste a melhor coisa que tive e que não devia ter partido. Deixa-me dizer-te que parte de mim ainda está contigo, sim apenas parte de mim a outra foi voltando. Senta-te aqui, vou-te ler o futuro, vou-te contar os planos que fiz mas que não chegaram a acontecer. Senta-te aqui junto a mim para te poder olhar e descobrir o que te vai aí dentro. Senta-te aqui para te aquecer as mãos. Senta-te aqui para me perder nos teus deliciosos cafunés. Senta-te aqui para te dizer o que senti quando partiste, o que vi cair e o que vi acontecer de novo. Sabes que digo e desdigo, que não concordo e no fim apoio mas sabes que sou feita assim, de concordâncias e discrepâncias. No entanto a minha promessa ainda ficou, não quebrei o que sempre, de qualquer maneira, te prometi. Segui um dos meus principios e não recuei no juramento que em tempos te fiz. Não tínhamos a nossa linha traçada, não eramos estáveis mas tínhamos algo de bastante sólido. Afinal, quem é que gosta sempre da mesma rotina? Quem é que não aposta em algo de novo? O que estava escrito na mão dos deuses para nós apagou-se, fomos nós que criamos os nossos próprios traços. Aliás, foste tu que desenhaste as curvas em linda recta. Foste tu que quiseste arrancar a página de um capitulo que devia durar. Mas eu não te vou estar a culpar pelo que era suposto fazeres e o que deixaste, na verdade ainda luto contra a vontade de não correr para ti, ainda tento controlar os velhos impulsos.